A banalidade do mal
Clóvis Barbosa ADOLF EICHMAN. Constrangedor atingir um sono tranquilo após ler “Eichman em Jerusalém”, obra da cientista social judia Hannah Arendt. Baseado em recortes biográficos que possuía acerca do oficial do terceiro reich, supus, durante algum tempo, tratar-se de uma […]









