Territorial e demograficamente a maior das 33 nações latino-americanas, o Brasil também é o mais admirado e economicamente o mais viável dos países da região. Para um povo que já foi visto como multifacetado, multiculturado, de variados superlativos e “exportador” de alegria, de futebol, Carnaval e de diversidades históricas, passar quatro anos esquecido, isolado e descartado política e socialmente pelas potências mundiais foi um atestado de absoluta incompetência assinado por um gestor que, em larga escala, contribuiu para que exacerbássemos um dos maiores complexos do brasileiro moderno: o de vira-lata, conforme definição do imortal Nelson Rodrigues. Passado o repente do cordelista que habitou recentemente o Palácio do Planalto, estamos de volta à ribalta