Volume de vendas no varejo em Sergipe tem alta de 0,7% em novembro

Apesar da alta, o estado teve o segundo pior desempenho da Região Nordeste

O volume de vendas no comércio varejista de Sergipe teve alta de 0,7% em novembro de 2025, quando comparado ao volume de vendas do mês de outubro do mesmo ano, na série com ajuste sazonal. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (15) pelo IBGE.

Apesar do crescimento, o estado – ao lado da Paraíba – teve o segundo pior desempenho do Nordeste, ficando à frente apenas da Bahia (0,2%). O estado que mais cresceu na região foi o Maranhão (2,7%), seguido do Ceará (2,1%) e do Piauí (1,9%). Na comparação entre os meses de novembro de 2025 e novembro de 2024, em Sergipe, houve crescimento de 2,0%. Na variação acumulada no ano, a alta foi de 1,1%, e, no acumulado nos últimos 12 meses, o crescimento chegou a 1,2%.
Os resultados também foram positivos para Sergipe no comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo propriamente dito, o comércio de veículos, motos, partes e peças; o comércio de material de construção; e o comércio atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo.

Nesse caso, o resultado de novembro de 2025 frente a outubro de 2025, na série com ajuste sazonal, teve alta de 2,1% no volume de venda. Já na comparação entre novembro de 2025 e novembro de 2024, a variação no volume de vendas foi de 1,9%. Em relação ao acumulado dos últimos 12 meses, houve alta de 0,2%. No entanto, a variação acumulada no ano apresentou queda de 0,1%.

Brasil

Em novembro de 2025, o volume de vendas do comércio varejista do país cresceu 1,0% frente a outubro, mês que teve alta de 0,5%. Com isso, a evolução do índice de média móvel trimestral para o varejo ficou em 0,5% no trimestre encerrado em novembro de 2025.

De acordo com Cristiano Santos, gerente da Pesquisa Mensal de Comércio, “na margem, o comércio varejista brasileiro atingiu seu segundo mês consecutivo de altas, o que não acontecia desde o início de ano. Naquele momento, fevereiro e março subiram acima do que chamamos de estabilidade (entre -0,5% e 0,5%). Lá, no entanto, os valores tinham sido 0,5% e 0,7%. Agora, outubro e novembro cresceram 0,5% e 1,0%, respectivamente”.

(Fonte: IBGE)

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